
Dois profissionais de respeito, Carla Biancha Angelucci, 37 anos, presidente do Conselho Regional de Psicologia de São Paulo, e Humberto Verona, 55, presidente do Conselho Federal de Psicologia, juntaram-se para escrever um artigo na Folha, no qual criticam a pretensão evangélica de "curar" a veadagem, pois Não cabe cura para quem não está doente, segundo informa o título do artigo.
Até aí morreu o Neves (aquele procurador de Uberlândia que quer proibir o Dicionário Houaiss); o diabo é que os dois ilustres psicólogos deram-se as mãos para escrever, numa das mais dolorosas passagens do texto:
"(...) em nenhum momento fica proibido o atendimento psicológico à homossexuais."
Assim mesmo, com crase, esta que não existe para humilhar ninguém, segundo a lição de quem sabe -- o jornalista e poeta Ferreira Gullar.
Todavia, Janistraquis preferiu implicar com outra, digamos, reentrância do artigo:
"Por que não se pode 'curar' uma bichona louca? Só porque abanar o rabo não é doença? Esse pessoal não acredita em milagre fora da igreja católica; santo pode fazer os mais rebolativos milagres e os evangélicos não podem. Isso é discriminação, e, se o pastor for afrodescendente, trata-se também de racismo!!!"
Colhido no Jornal da ImprenÇa do Moacir Japiassu
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