quinta-feira, junho 09, 2011

Opróbrio



(Depressa, chama o Aurélio)

4 comentários:

VIRGOLINO disse...

O Brasil, se não bastassem os corruptos e criminosos que temos de tolerar, ainda está se tornando o paraíso dos corruptos e criminosos, com a conveniência, leniência e até compactuação da Polícia, da Justiça e, lamentavelmente, de significativa parte do Ministério Pública, a instituição que vinha se destacando como o último bastião da moralidade.

VIRGOLINO disse...

Errata:

Frase correta: "............os corruptos e criminosos próprios,.............paraíso dos corruptos e criminosos estrangeiros",....

Unknown disse...

Perdoem-me, mas, nessa altura da exposição das verdadeiras intenções do Neolulopetismo, esperar que respeitem leis... ...Não! Por favor...

O que precisa ser dissecado é: quem e por que alargaram tanto essa tênue linha, que separa o “lícito do ilícito” da “Lei” onde o Neolulopetismo transita...

Precisamos avançar, ir fundo nas causas... ...Que nos adiantará ficar “ululando” sobre o “gargalhar das hienas”?...

Unknown disse...

Reitero: A Justiça Injusta...

Observa-se uma incongruência na função orgânica da Gestão do Governo sob o comando Neolulopetista.

A burocracia constitucional criou uma parafernália de normas e regulamentos coibitivos da corrupção, mas o maior delito desse governo é a própria: a corrupção.

No atual ordenamento justicialista, do exercício político na gestão da “Coisa Pública”, trinta Leis, com seus: Artigos, Parágrafos e Alíneas, mandam punir um “infrator”, mas uma Alínea – somente uma – manda absolvê-lo... ...além, é claro, do aparelhamento ideológico do desgoverno Neolulopetista!...

É tão injusta essa Justiça, que “infratores” burlam a Lei e se vangloriam, debocham e escarnecem, sobre a sociedade em nome da burla!...

François Caranna traduz muito bem essa aberração ao dizer: “Quando o “chefe do bando” se arroga o título de rei, as rapinas e os golpes recebem os nomes lisonjeiros de troféus e vitórias”.