quarta-feira, novembro 21, 2012

Pra Quem Entende...

"DINHEIRO FAZ HOMENS RICOS, O CONHECIMENTO, HOMENS SÁBIOS E A HUMILDADE FAZ GRANDES HOMENS!!!"







Existem pessoas que não tem absolutamente nada, mas porque ocupam um determinado cargo em alguma grande,média ou pequena empresa, acham-se no direito de sentirem-se superiores aos demais, na verdade são pequenos e só conseguem sentir-se grandes, humilhando, pisando, tripudiando o seu semelhante, isso está sendo plantado em muitas empresas e o que colhem são pessoas amargas, doentes e determinadas a vencer a qualquer preço, na verdade se tornam pessoas infelizes e incapazes de realizações simples.
 

Observem as fotos acima, o homem mais poderoso do mundo aproveitando momentos que muitos repudiariam, zombariam ou simplesmente achariam de péssimo gosto agir dessa forma.
 

Ele é um ser humano como qualquer outro, tem anseios, necessidades, amor, tristezas, desilusões, aborrecimentos e tudo o que qualquer mortal possa sentir, mas ele sabe usufruir de momentos raros que jamais voltarão.
 

"Não é riqueza ou o dinheiro que nos trazem felicidade, e sim a interpretação da vida"

Um comentário:

Unknown disse...

Meu caro Hugo!

Eis o que penso sobre a "vida":

A Perfeição !?...

Como é contraditória a evolução de nosso conhecimento!...

O Campo do comportamento humano, da Antropologia, estuda o indivíduo enquanto evolui e interage no tempo e no espaço – seu universo –limitados por sua compreensão. Mas ocorre que essas dimensões são infinitas, razão do mistério e dos conflitos desse homem com a Natureza e consigo mesmo. Isso é tão real que está acima ou além do que afirmam os ramos do pensamento filosófico... ...Mas para o “bem social” precisamos avançar nessa compreensão.

Em princípio as sociedades estabelecem limites entre o bem e o mal imanentes do caráter, muitas vezes extrapolando a ponto de também limitar os imanentes da conceituação maniqueísta, admitindo imperfeição no comportamento do “ser humano”, quando deveriam “regular a perfeição”, que rejeitam por não compreende-la... ...Se não aceitamos as ações e reações do “ínfimo”, que somos nós interagindo!... ...como vamos aceitar a interação da evolução do “todo”, que é o “Universo”?...

A lei Universal da Natureza é que regula o equilíbrio entre as “ações e reações” e a “utopia e o pragmatismo” do ser humano
.
O saber, a bondade, a benevolência, a verdade, a atenção ao próximo, a modéstia e a paz assim como a ignorância, a maldade, a barbárie, a mentira, o egocentrismo, a soberba e a guerra são apenas apelidos consuetudinários dados às ações e reações do homem, que, na natureza, é partícula ínfima dessa perfeição não o centro do universo, como é induzido a acreditar.

Mas para que se tenha essa compreensão é necessário que tenhamos desenvolvida a capacidade dedutiva e a mnemônica, que são complementares entre si e congênitas. Os privilegiados pela Natureza, que as tiverem, correrão a frente do tempo e do restante e dividem-se em:

a) - Os de percepção completa, que tendem a sublimar-se pela compreensão universal, exemplo: Leonardo da Vinci;

b) - Os de percepção incompleta, que desenvolvem somente parte de suas capacidades dedutivas e mnemônicas, se destacando nas áreas: da matemática, da física, da música, da pintura, da Medicina, da Literatura;

c) - Os não privilegiados, que variam da “imbecilidade” (congênita) a de “não percepção de seu universo”, gravitando dependentes dos dois outros grupos...

Mas a maior virtude do ser humano não é ser mais: inteligente, rico, poderoso, reconhecido, mas sim ter essa consciência e saber identificar quem é: suas potencialidades, seus limites e suas fraquezas... ...reconhecer os limites de suas percepções e poder avaliar a “realidade” que o rodeia. Fora isso é o desconhecimento que se sobrepõe, motivo da desarmonia na interação do ser humano com a Natureza.

Muitos entendem isso, outros, no entanto, poderiam dizer ou pensar: como? O que esse cara ta falando, ou melhor, digitando?... Esse cara é maluco; deve estar voltando, de “férias”, da Pinel; ta “viajando na maionese”...

Não lhes contestaria porque estamos, todos, neste contexto e aceito o que são assim como o que sou, pois não posso limitar-lhes, nem a mim, nesse tempo e nesse espaço que são infinitos...

Esse axioma me leva à indagação: que fazem aqueles que, por obrigação de ofício, deveriam ter essa compreensão?... ...Devemos, no mínimo, pensar sobre isso!

Delmar Fontoura.