Parece coisa-feita! Parece não, é coisa-feita. Só pode! Não esquenta uma bunda sequer nessa cadeira. O diabo é quem se aventura a sentar ali. Urge requisitar os doutos e piedosos serviços de quem entende do traçado para erradicar de vez essa caveira de burro. Nota-se, vê-se, percebe-se pelas fotos abaixo a honestidade exalando de tão puros semblantes. Convoque-se, pelo bem do Brasil, as presenças do Padre Quevedo, meio desaparecido da TV porém creio, ainda bem adequado para num exorcismo dos bons gritar com seu marcante sotaque, "Vade retro, Satã", o Pastor Edir Macêdo, para num intervalo entre um depósito bancário e outro, gritar "Sai, Satanás", ao mesmo tempo em que Mãe Enedina do Pilar leva a efeito um competente descarrego com raminhos de arruda e tudo. Deus me livre! Tesconjuro! Isola!



Em Tempo: Agora só falta o Haddad. HC
Um comentário:
Os inteligentes criaram o mundo e os imbecis desfrutam dele...
Do Site: Metamorfose Digital.
O jornalista e escritor italiano Pino Aprile apresentou recentemente o livro "Elogio do imbecil" onde reflexiona sobre o auge da estupidez humana frente à inteligência. O "Elogio do imbecil, a incomparável ascensão da estupidez", responde a perguntas como por que há tantos imbecis no mundo, ou a que se deve que o primeiro a ser promovido, invariavelmente, é sempre o mais idiota do escritório.
Aprile, para defender sua tese sobre o final da inteligência, assinala em tom de ironia que a inteligência que salvou o ser humano de sua extinção esgotou sua função, os inteligentes construíram o mundo, mas os que desfrutam e triunfam nele são os imbecis.
O livro surgiu de uma conversa com o prêmio Nobel (medicina 1973) Konrad Lorenz, a quem entrevistou em sua casa de Viena quando já era muito idoso, ainda que a idéia já
existisse há mais de quinze anos, comentou o escritor.
O autor realiza uma série de reflexões que se resumem em várias "leis" sobre o fim da inteligência:
"O imbecil sobrevive. O gênio extingue-se";
Corolário da primeira lei:
"Antes tontos do que mortos". O princípio:
"A evolução prefere um burro vivo do que a um gênio morto. Em troca de nos dar a vida, a evolução nos exige o cérebro".
"O homem moderno vive para tornar-se burro";
"A inteligência atua em benefício da estupidez e contribui direta e proporcionalmente à sua expansão";
"A imbecilidade só tende a aumentar";
"A união não faz a força senão a imbecilidade".
A inteligência está destinada a acabar porque é uma faculdade provisória, completamente instrumental na aventura da espécie e não sempre necessária e por tanto obsoleta, argumentou o escritor. Aprile diz que vivemos num momento de ascensão da estupidez, ser imbecil triunfa, é o que convém, vence porque é cômodo, a inteligência cria problemas, perguntas, questões indesejadas.
A ascensão da estupidez nos leva à comodidade e à ferocidade, porque uma característica da estupidez é a violência.
- "O estúpido quando não tem argumentos grita, às vezes levanta as mãos e se tem poder destrói a todos os que fazem perguntas, o poder tem medo da inteligência", acrescentou.
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